NÃO CUSTA EXPERIMENTAR. TENTE!

Atualizado: 2 de mai. de 2020

A gente nunca sabe a dimensão da dor do outro, os problemas do outro, a rotina do outro. Não é mesmo? Afinal, temos convivido com isso ou pelo menos tentado. Por isso, o cuidado com a saúde mental com um ar de liberdade veio por esses dias nos lembrar que somos todos humanos, tão cheios de justificativas, desejos, planos e sonhos.


Precisamos com urgência aprender a compartilhar das falhas, dos problemas ou simplesmente do silêncio. Na real, não nos conhecemos o suficiente para nos compreender por completo, mas precisamos lembrar também que estamos todos no mesmo barco, lutando pra conseguir algo e perceber que estamos sobrevivendo, não tem sido nada fácil. Cansados, estressados, atordoados, falhos e a cima de tudo, humanos. Em processamento, em desenvolvimento, em amadurecimento, enfim, em crescimento.


Com muita ou pouca paciência. Com muita ou pouca esperança. Com muitos ou poucos problemas. Tão iguais justamente por nossas muitas diferenças. Se é pra que comece uma mudança, que não seja pela espera eterna de um que se levante, mas pela consciência que chama, alerta, grita e dessa ninguém pode fugir. Olhar pro outro com olhos empáticos, ainda cura, sabia? Sem mimimi, sem disse me disse. Só olhar. Só cuidar. Só amar. Entende?


Acredito que sim, possuímos um potencial e tanto, precisamos também aprender a lapidar. O desejo é justamente esse, fixar os olhos no que é essencial e deixar todo o resto e desnecessário ir, aliviar a alma e cedo o lugar aquele sorriso que a tempos deixou saudade. Não custa nada experimentar. Tente. 


Psicóloga Lúcia Fernanda




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