VOCÊ JÁ SE SENTIU DESCONECTADO DE SI MESMO?

É comum a tendência geral de muitos indivíduos estarem desatentos ou de se perderem em julgamentos e reflexões que os alienam do mundo que as cercam. Você já se percebeu assim?

Muitas vezes vivemos dessa forma porque o contato com alguns assuntos é extremamente doloroso. Evitamos pensamentos, sentimentos e situações que nos deixam tristes. Porém, esses conteúdos acabam voltando trazendo desconforto. Não é mesmo?


Nesses últimos anos fomos atravessados pela pandemia do COVID-19. Nesse curto período ocorreram muitas perdas e incertezas. Mais de 20 milhões de pessoas que tiveram a doença e 600 mil que perderam a vida, o número de perdas e pessoas enlutadas é muito grande. Diante desta realidade, já se sabe que o medo e a incerteza podem gerar danos psicológicos.


Como estratégia de enfrentamento muitas pessoas adotaram a evitação, ou seja, evitar aquilo que a entristecia, como uma forma de fuga da realidade incômoda, este padrão de comportamento pode parecer bom em curto prazo, ao adiar e aliviar entrar em contato com a dor, mas a longo prazo, também distância de nossos relacionamentos ou de problemas mal resolvidos, podendo, por fim, gerar problemas maiores, como o desenvolvimento de transtornos emocionais, de ansiedade ou de humor.





Você sabia que o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão? Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgadas nesta quinta-feira, 23, 9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população.


Etimologicamente, psicoterapia é o "tratamento da alma”.


A psicoterapia é um dos métodos utilizados para tratar ansiedade e depressão como muitos outros transtornos, e, pelo contrário do que muitos pensam, não é utilizada apenas para este fim. A Terapia Cognitivo Comportamental é um tratamento que foca no presente e se propõe a identifica padrões de pensamentos e crenças disfuncionais que podem estar influenciando emoções e comportamentos dos pacientes. A mesma é estruturada, colaborativa e tem como intenção tornar o paciente o seu próprio terapeuta.


O acompanhamento psicológico pode trazer mudanças significativas em qualquer área da vida dos sujeitos. Ela é uma ferramenta de autoconhecimento que ajuda nos processos de ansiedade, depressão, luto, estresse e período de mudanças no ciclo da vida. O atendimento é voltado para o indivíduo em qualquer faixa etária, pode ser realizada individualmente, em casal, ou em grupos, baseando-se no conhecimento científico, dispondo de técnicas e teorias.


Você já fez ou tem vontade de fazer psicoterapia? Como foi sua experiência? Compartilha nos comentários, quero saber como posso ajudar você!















Greyce Kelly Ribeiro Braga.

Acadêmica de psicologia, 8° período.

Estagiária sob a supervisão de Lúcia Fernanda

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